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POR QUE REFLETIR SOBRE

DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO

NAS ESCOLAS?

Limiar traz um olhar íntimo e familiar sobre a transição de uma pessoa trans, bem como a transição das pessoas que estão no seu entorno. Queremos ampliar esse debate para além das vivências que são retratadas no filme, falar de outras formas de existências possíveis, dos entraves sociais que dificultam o processo de transição e também dos atravessamentos que perpassam esses indivíduos.

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“A educação é comunicação, é diálogo, na medida em que não é transferência de saber, mas um encontro de sujeitos interlocutores, que buscam a significação dos significados”

PAULO FREIRE

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Percebeu-se no Brasil nos últimos anos um silenciamento das escolas em relação à diversidade sexual e de gênero.

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Na Pesquisa Nacional sobre o Ambiente Educacional no Brasil, de 2016,

73% dos estudantes LGBTQIA+

disseram já terem sido

agredidos verbalmente,

36%, fisicamente.

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Mais recente, a Pesquisa Nacional por Amostra da População LGBTI+, lançada pela 7 em cada 10 pessoas LGBTQIA+

não se sentem seguras

para declarar suas identidades de gênero ou orientações sexuais no ensino médio.

Por isso, convidamos educadories a repensar e estimular novas formas de acolhimento que possibilitem a universalidade, a equidade e a integralidade desses jovens nas escolas, evitando a evasão escolar dessas populações e garantindo seu direito à educação.

 

Para isso, disponibilizamos o filme para que sirva de ponto de partida para essas conversas e elaboramos uma série de materiais que podem ser usados em conversas, atividades e mesmo para tirar dúvidas sobre questão de direitos e outras informações importantes.

ACEITA O CONVITE?

VEJA AQUI como organizar sessões seguidas de atividade do LIMIAR em sua escola, universidade, organização social ou coletivo.

 

ACESSE AQUI roteiros de discussão do filme e guias sobre direitos de pessoas trans